Este vídeo aborda um tema que tem aparecido com frequência — e de forma incômoda — nas nossas conversas: como identificamos pessoas com altas habilidades/superdotação?
Falo sobre os limites do teste de QI tradicional, que muitas vezes deixa de fora pessoas que têm inteligência acima da média, mas cujas características não são captadas por esse tipo de avaliação — seja por questões sensoriais, emocionais, contextuais ou financeiras.
Também discuto teorias como a dos Três Anéis de Renzulli, que buscam identificar potencial por meio da combinação entre habilidade acima da média, criatividade e envolvimento com a tarefa, principalmente em ambientes escolares.
E, por fim, levanto uma reflexão importante: será que, ao focarmos tanto nas intensidades emocionais, sensoriais e cognitivas, estamos falando de algo que realmente define a superdotação — ou apenas das pessoas que buscam ajuda por estarem em sofrimento?
Este é um convite para pensarmos juntos, de forma crítica e aberta, sobre como podemos identificar e apoiar pessoas com altas habilidades de maneira mais justa e abrangente.
Conto com vocês nessa reflexão! 💭
Um abraço,
Lea Veras
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